Primeira Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Maio de 1917.
![]() Nossa Senhora aparece resplandecente aos pastorinhos, em 1917. |
Lúcia, Francisco e Jacinta estavam brincando num lugar chamado Cova da Iria. De repente, observaram dois clarões como de relâmpagos, e em seguida viram, sobre a copa de uma pequena árvore chamada azinheira, uma Senhora de beleza incomparável.
Era uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, irradiando luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente.
Sua face, indescritivelmente bela, não era nem alegre e nem triste, mas séria, com ar de suave censura. As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito, e voltadas para cima. Da sua mão direita pendia um Rosário. As vestes pareciam feitas somente de luz. A túnica e o manto eram brancos com bordas douradas, que cobria a cabeça da Virgem Maria e lhe descia até os pés.
Lúcia jamais conseguiu descrever perfeitamente os traços dessa fisionomia tão brilhante. Com voz maternal e suave, Nossa Senhora tranqüiliza as três crianças, dizendo:
Nossa Senhora: “Não tenhais medo. Eu não vos farei mal.”
E Lúcia pergunta:
Lúcia: “Donde é Vossemecê?”
Nossa Senhora: “Sou do Céu!”
Lúcia: “E que é que vossemecê me quer?
Lúcia: “E que é que vossemecê me quer?
Nossa Senhora: “Vim para pedir que venhais aqui seis meses seguidos, sempre no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Em seguida, voltarei aqui ainda uma sétima vez.”
Lúcia: “E eu também vou para o Céu?”
Nossa Senhora: “Sim, vais.”
Lúcia: “E a Jacinta?”
Nossa Senhora: “Também”
Lúcia: “E o Francisco?”
Nossa Senhora: “Também. Mas tem que rezar muitos terços”.
Nossa Senhora: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser mandar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?”
Lúcia: “Sim, queremos”
Nossa Senhora: “Tereis muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”.
Ao pronunciar estas últimas palavras, Nossa Senhora abriu as mãos, e delas saía uma intensa luz.
Os pastorinhos sentiram um impulso que os fez cair de joelhos, e rezaram em silêncio a oração que o Anjo havia lhes ensinado:
As três crianças: “Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.”
Passados uns momentos, Nossa Senhora acrescentou:
Nossa Senhora: “Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo, e o fim da guerra.”
Em seguida, cercada de luz, começou a elevar-se serenamente, até desaparecer.
Segunda Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Junho de 1917.
![]() Jacinta, Lúcia e Francisco: os três pastorinhos videntes de Fátima |
Antes da segunda aparição, os pastorinhos notaram novamente um clarão, a que chamavam relâmpago, mas que não era propriamente um relâmpago. Era o reflexo de uma luz que se aproximava. Além dos pastorinhos, havia, também, cerca de 50 pessoas. Mas essas pessoas não viam Nossa Senhora.
Lúcia começou a falar com Nossa Senhora.
Lúcia: “Vossemecê que me quer? ”Nossa Senhora: “Quero que venhais aqui no dia treze do mês que vem. Que Rezeis o Terço todos os dias, e que aprendais a ler. Depois direi o que quero”
Lúcia: “Vossemecê que me quer? ”Nossa Senhora: “Quero que venhais aqui no dia treze do mês que vem. Que Rezeis o Terço todos os dias, e que aprendais a ler. Depois direi o que quero”
Lúcia pediu a cura de uma pessoa doente, e Nossa Senhora lhe disse:
Nossa Senhora: “Se se converter, curar-se-á durante o ano.”
Nossa Senhora: “Se se converter, curar-se-á durante o ano.”
Lúcia: “Queria pedir-lhe para nos levar para o Céu”.
Nossa Senhora: “Sim. A Jacinta e o Francisco, levo-os em breve. Mas tu, ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação. E serão queridas de DEUS estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono”.
Lúcia: “Fico cá sozinha?”
Nossa Senhora: “Não filha. E tu sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio, e o caminho que te conduzirá até Deus”.
Foi no momento em que disse estas últimas palavras, que Nossa Senhora abriu as mãos e iluminou os pastorinhos, pela segunda vez, com o reflexo dessa luz imensa. Nela eles sentiram-se como que envolvidos por Deus.
À frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um Coração cercado de espinhos, que pareciam estar cravados nele. Os três pastorinhos compreenderam que era o Imaculado Coração de Maria, ofendido pelos pecados da humanidade, que queriam ser reparados.
À frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um Coração cercado de espinhos, que pareciam estar cravados nele. Os três pastorinhos compreenderam que era o Imaculado Coração de Maria, ofendido pelos pecados da humanidade, que queriam ser reparados.
Nossa Senhora, envolta ainda na luz que dEla irradiava, elevou-se sem esforço, suavemente, até desaparecer.
terceira Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Julho de 1917.
![]() Representação da visão do inferno, descrita por Nossa Senhora aos pastorinhos durante a terceira aparição |
Uma nuvenzinha pairou sobre a azinheira. O sol se ofuscou. Uma brisa fresca soprou sobre a terra, apesar de ser o auge do verão. Os pastorinhos viram o reflexo da luz – como nas aparições anteriores – e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a arvorezinha chamada azinheira.
Então, Lúcia pergunta a Nossa Senhora:
Lúcia: Vossemecê que me quer?
Nossa Senhora: Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vêm, que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer”.
Lúcia: Queria pedir-lhe para nos dizer quem é, e para fazer um milagre, com que todos acreditem que vossemecê nos aparece.
Nossa Senhora: Continuem a vir aqui todos os meses. Em Outubro direi quem sou, o que quero, e farei um milagre, que todos hão de ver para acreditarem.
Lúcia fez alguns pedidos de conversões, de curas e de outras graças.
Nossa Senhora responde recomendando sempre a reza do Terço, que assim alcançariam as graças durante o ano.
Depois acrescentou:
Nossa Senhora: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, e em especial sempre que fizerdes algum sacrifício:
Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”.
Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos meses anteriores.
“O reflexo de luz (que delas saía) pareceu penetrar na terra. E vimos como que um grande mar de fogo. E, mergulhados nesse fogo, estavam os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados – semelhante
ao cair das fagulhas nos grandes incêndios – sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizavam e faziam estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa.
ao cair das fagulhas nos grandes incêndios – sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizavam e faziam estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa.
A visão durou apenas um momento, durante o qual Lúcia soltou um
Lúcia: “Ai!”
Assustados, e como a pedir socorro, as três crianças levantaram os olhos para Nossa Senhora, que lhes disse, com bondade e tristeza:
Nossa Senhora: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para salvá-las, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração.
Se fizerem o que eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz.
A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite iluminada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá, de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome, e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para impedir isso, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração, e a Comunhão Reparadora nos Primeiros Sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz. Se não, espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados. O Santo Padre terá muito que sofrer. Várias nações serão aniquiladas.Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.
Em Portugal, conservar-se-á sempre o dogma da Fé. Isto não digais a ninguém. Ao Francisco sim, podeis dizê-lo.
E, passados uns instantes, Nossa Senhora disse aos pastorinhos:
Nossa Senhora: Quando rezardes o terço, dizei depois de cada mistério:
Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem”.
Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem”.
Lúcia: “Vossemecê não me quer mais nada? “
Nossa Senhora: Não, hoje não te quero mais nada”.
E, como de costume, Nossa Senhora começou a elevar-se até desaparecer no céu. Ouviu-se, então, uma espécie de novo trovão, indicando que a aparição tinha terminado.
Quarta Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 15 de Agosto de 1917.
![]() Quarta aparição: Lúcia, sentindo que alguma coisa de sobrenatural se aproximava e os envolvia, mandou chamar Jacinta às pressas |
Lúcia estava com Francisco e mais um primo, no local chamado Valinhos – uma propriedade de um de seus tios – quando, pelas 4 horas da tarde, começaram a se produzir as alterações atmosféricas que precediam as aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria. Ou seja, um súbito refrescar da temperatura e uma diminuição da luz do sol.
Lúcia, sentindo que alguma coisa de sobrenatural se aproximava e os envolvia, mandou chamar às pressas Jacinta, a qual chegou em tempo para ver Nossa Senhora que
– anunciada, como das outras vezes, por um reflexo de luz – apareceu sobre a árvore chamada azinheira, um pouco maior que a da Cova da Iria, onde tinham-se dado as aparições anteriores.
– anunciada, como das outras vezes, por um reflexo de luz – apareceu sobre a árvore chamada azinheira, um pouco maior que a da Cova da Iria, onde tinham-se dado as aparições anteriores.
Lúcia pergunta a Nossa Senhora:
Lúcia: “Que é que Vossemecê me quer?”
Nossa Senhora: “Quero que continueis a ir à Cova da Iria no dia 13, e que continueis a rezar o terço todos os dias. No último mês farei o milagre para
que todos acreditem”.
que todos acreditem”.
Lúcia: “Que é que Vossemecê quer que se faça do dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?”
Nossa Senhora: “Façam dois andores. Um, leva-o tu com a Jacinta, e mais duas meninas vestidas de branco. O outro, que o leve o Francisco com mais três meninos. O dinheiro dos andores é para a festa de Nossa Senhora do Rosário, e o que sobrar, é para a ajuda de uma capela que hão de mandar fazer”.
Lúcia: “Queria pedir-Lhe a cura de alguns doentes”.
Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei durante o ano”
E, tomando um aspecto mais triste, recomendou-lhes que rezassem muito pelos pecadores:
Nossa Senhora: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores; que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.
Nossa Senhora: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores; que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.
E, como de costume começou a elevar-se até desaparecer. Os pastorinhos cortaram ramos da árvore sobre a qual Nossa Senhora lhes tinha aparecido e levaram para casa os ramos exalavam um perfume suave.
Quinta Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Setembro de 1917.
![]() Nossa Senhora de Fátima confiou três segredos à Lúcia, que continuou A servindo até o fim de sua vida. |
Como das outras vezes uma série de fenômenos atmosféricos foram observados pelas pessoas que tinham ido à Cova da Iria. Calculou-se que estavam presentes entre 15 e 20 mil pessoas.
O súbito refrescar da atmosfera, o empalidecer do sol até o ponto de se verem as estrelas, uma espécie de chuva como que de pétalas ou flocos de neve, que desapareciam antes de pousarem na terra.
E desta vez, foi notado um globo luminoso, que se movia, lenta e majestosamente pelo céu de um para outro. E que, no final da aparição, moveu-se em sentido contrário.
Os três pastorinhos notaram, como de costume, o reflexo de uma luz e, a seguir, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.
Nossa Senhora: “Continuem a rezar o Terço para alcançarem o fim da guerra. Em Outubro virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, São José com o Menino Jesus, para abençoarem o mundo. Deus está contente com
os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda, trazei-a só durante o dia”.
os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda, trazei-a só durante o dia”.
Lúcia: “Têm-me pedido para Lhe pedir muitas coisas: cura de alguns doentes, de um surdo-mudo”
Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei, outros não. Em Outubro farei um milagre para que todos acreditem.
E, começando a elevar-se, desapareceu como de costume.
Dia 13 de Outubro.
![]() A multidão assistiu, impressionada, ao extraordinário Milagre do Sol. |
Uma grande multidão rezava o Terço na Cova da Iria. Os três pastorinhos notaram
o reflexo de uma luz e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.
o reflexo de uma luz e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.
Lúcia: “Que É que Vossemecê me quer?
Nossa Senhora: “Quero dizer-te que em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas”
Lúcia: “Eu tinha muitas coisas para Lhe pedir. Se curava uns doentes e se convertia uns pecadores...
Nossa Senhora: “Uns sim, outros não. É preciso que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados”.
E, tomando um aspecto mais triste, disse:
Nossa Senhora: “Não ofendam mais a DEUS Nosso Senhor, que já está muito ofendido”.
Em seguida, Nossa Senhora abrindo as mãos fez que elas se refletissem no sol, e começou a se elevar para o Céu.
Nesse momento, Lúcia apontou para o céu e gritou:
Lúcia: “Olhem para o sol!”
A multidão assistiu, então, ao grande milagre do sol. Enquanto isso, os pastorinhos viram São José com o Menino Jesus, e Nossa Senhora do Rosário.
Era a Sagrada Família. A Virgem estava vestida de branco, com um manto azul. São José também estava vestido de branco, e o Menino Jesus de vermelho claro. São José abençoou a multidão, traçando três vezes o Sinal da Cruz. O Menino Jesus fez o mesmo.
Era a Sagrada Família. A Virgem estava vestida de branco, com um manto azul. São José também estava vestido de branco, e o Menino Jesus de vermelho claro. São José abençoou a multidão, traçando três vezes o Sinal da Cruz. O Menino Jesus fez o mesmo.
Lúcia então, teve a visão de Nossa Senhora das Dores, e de Nosso Senhor, acabrunhado de dor, no caminho do Calvário. Nosso Senhor traçou um Sinal da Cruz para abençoar o povo. Finalmente apareceu, numa visão gloriosa, Nossa Senhora do Carmo, coroada Rainha do Céu e da Terra, com o Menino Jesus ao colo.
Enquanto os pastorinhos tinham essa visão, a grande multidão de quase 70 mil pessoas, assistiu ao milagre do sol.
Tinha chovido durante toda a aparição. Mas, no momento em que a Santíssima Virgem desaparecia, e que Lúcia gritou “olhem para o sol!”, as nuvens se entreabriram, deixando ver o sol como um imenso disco de prata.
Tinha chovido durante toda a aparição. Mas, no momento em que a Santíssima Virgem desaparecia, e que Lúcia gritou “olhem para o sol!”, as nuvens se entreabriram, deixando ver o sol como um imenso disco de prata.
Brilhava com intensidade jamais vista, mas não cegava. A imensa bola começou a “bailar”. Como uma gigantesca roda de fogo, girava rapidamente.
Parou por um certo tempo, mas, em seguida, começou a girar sobre si mesmo, vertiginosamente.
Depois, seus bordos tornaram-se vermelhos, e deslizou no céu, como um redemoinho, espargindo chamas de fogo.
Essa luz refletia-se no solo, nas árvores, nos arbustos, nas próprias faces das pessoas e nas roupas, tomando tonalidades brilhantes e diferentes cores.
Em seguida, por três vezes ficou animado de um movimento rápido. O globo de fogo pareceu tremer, sacudir-se e precipitar-se em ziguezague sobre a multidão aterrorizada.
Durou tudo uns dez minutos. Finalmente o sol voltou em ziguezague para o ponto de onde se tinha precipitado, e ficou novamente tranqüilo e brilhante, com o mesmo brilho de todos os dias.
Muitas pessoas notaram que suas roupas, ensopadas pela chuva, tinham secado subitamente.
O milagre do sol foi visto, também, por numerosas testemunhas que estavam fora do local das aparições, até a 40 quilômetros de distância.
O jornal “o século” de grande circulação em Portugal, documentou esse espetacular milagre do sol, e publicou uma grande reportagem sobre esse impressionante acontecimento.
O ANJO DA PAZ
PORTUGAL, 1916
Um Anjo apareceu três vezes
aos pastorzinhos de Fátima
para preparar as futuras
aparições de Nossa Senhora e
para elevá-los com a Comunhão
a um estado sobrenatural.
Durante a terceira aparição o
Anjo deu a Comunhão a Lúcia
com uma Hóstia que gotejava
Sangue que foi recolhido num
cálice. Francisco e Jacinta,
que não tinham feito ainda a
Primeira Comunhão, receberam-na com o conteúdo do
cálice. O Anjo disse nesta
aparição: “Tomai e Bebei o Corpo
e o Sangue de Nosso Senhor
Jesus Cristo horrivelmente
ultrajado pelos homens ingratos.
Reparai os seus crimes e
consolai o Vosso Deus”.
Primeira aparição do Anjo
Vimos uma luz mais branca que a neve, com a
forma de jovem transparente, mais brilhante que
um cristal, atravessado pelos raios do sol…
enquanto ele se aproximava foi possível distinguir
os seus traços: um jovem de 14 ou 15 anos, muito
belo. Estávamos surpresos, não emitíamos uma
palavra, aproximando-se de nós disse: “"Não
tenham medo. Eu sou o anjo da Paz. Rezem
comigo". Depois ajoelhou-se, inclinando-se até
tocar o seu rosto no solo e rezou: "Meu Deus, eu
creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão
para os que não crêem, não adoram, não esperam
e não Vos amam" E disse esta oração três vezes.
Quando parou, disse às crianças "Rezem assim
Os corações de Jesus e Maria estão atentos à voz
de suas súplicas". A atmosfera sobrenatural que
nos envolvia era intensa que quase não percebíamos, durante um longo espaço de tempo, a
nossa própria existência.
O Anjo nos disse: “Que fazeis? Orai! Orai
muito! Os corações de Jesus e Maria têm sobre
vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios”. –
“Como nos havemos de sacrificar?” – perguntei.
“De tudo que puderdes, oferecei um sacrifício
em ato de reparação pelos pecados com que
ele é ofendido e de súplica pela conversão dos
pecadores. Atraí, assim, sobre a vossa Pátria, a
paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de
Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai com
submissão o sofrimento que o Senhor vos
enviar”. E desapareceu… Aquelas palavras do
Anjo marcaram o nosso espírito, como uma luz
que nos fazia compreender quem era Deus: como
nos ama e quer ser amado; o valor do sacrifício
e como lhe é agradável e como por meio dele,
converte os pecadores”.
HISTÓRIA DAS APARIÇÕES EM MEDJUGORJE Síntese histórica dos acontecimentos em Medjugorje desde 1981 até 2008 A fim de aprofundarmos o significado dos acontecimentos extraordinários de Medjugorje apresentamos aqui uma síntese histórica, dividida em três, partes das aparições de Nossa Senhora em Medjugorje desde 1981 até o presente : O que já passou : o que aconteceu até agora em Medjugorje O que está acontecendo : o momento que estamos vivendo O que ainda está para acontecer : o futuro nas aparições de Medjugorje. ![]() O que aconteceu até agora em Medjugorje Há 30 anos Medjugorje era uma desconhecida vila rural no interior da extinta Iugoslávia. As famílias, em sua maioria pobres, trabalhavam em suas plantações de tabaco e uva. As crianças e jovens trrabalhavam na lavoura e estudavam. Muitos deixavam a região para buscarem melhores oportunidades em outros países da Europa. Ninguém, jamais, elegeria Medjugorje como destino de uma viagem de férias. As famílias, católicas, carregavam uma história heróica de resistência de seus antepassados. E a geração daquela época, quando tudo começou, vivia oprimida pelo regime comunista. Em Medjugorje não era costume se falar das aparições de Nossa Senhora em Fátima ou Lourdes ou outra. Tanto assim que vários videntes declaram que não sabiam que existiam aparições de Nossa Senhora. O inicio das aparições deixou a todos perplexos: os próprios jovens ( eles viviam um misto de felicidade e perplexidade) , seus pais e familiares, o povo da Vila e redondezas, as autoridades da Igreja local e as autoridades administrativas e policiais da época, a medicina local e outras instâncias de autoridades cientifica. No começo os próprios videntes tinham alguma dúvida. Vicka, orientada pela avó, levou água benta no terceiro dia, aspergiu a aparição e disse: 'Se és Nossa Senhora fica..senão vai embora!' Nossa Senhora apenas sorriu. Nos primeiros dias seus pais procuraram o padre local sem saber o que fazer. Diziam: "Padre, eu não sei o que fazer... meu filho diz que vê Nossa Senhora?" O padre alertava aos jovens que não se devia brincar com coisa tão séria. A polícia os levava para interrogar e para exames médicos psiquiátricos. Médicos e assistentes sociais subiram na colina para presenciar a aparição e sairam de lá perplexos. Todos os exames sempre os declaravam normais. No oitavo dia, fugindo da polícia, bateram na porta da Igreja e pediram proteção ao pároco padre Jozo Zovko. Ele os levou para dentro e lá Nossa Senhora lhes apareceu e padre Jozo começou a acreditar. Dia 24 de junho de 1981, quando primeiro se falou que Nossa Senhora tinha aparecido, foi uma quarta feira . No dia 27 Nossa Senhora se apresentou com a Rainha da Paz. No quarto dia, após as aparições dos dias 25, 26 e 27, já se reuniram no domingo, dia 28, aproximadamente quinze mil pessoas de Medjugorje e redondezas para acompanharem o fenômeno. E a partir dali o fluxo de peregrinos nunca mais parou de crescer. Exatamente 18 meses após o início das aparições, no Natal de 1982, Mirjana numa aparição que durou 45 minutos, foi a primeira vidente a receber o décimo segredo e a deixar de ter aparições diárias. Nossa Senhora lhe prometeu aparecer no dia 18 de maio anualmente. Naquele 25 de dezembro Nossa Senhora também lhe entregou o 'pergaminho' onde todos os 10 segredos estão escritos com a data de sua realização. Um pouco mais tarde , orientada por Nossa Senhora, Mirjana escolhe um sacerdote que terá a missão de revelar os segredos 3 dias antes de eles acontecerem. Ela, que tinha a liberdade de escolher a qualquer sacerdote, escolhe o padre franciscano Pedro Ljubicic. A escolha é aprovada por Nossa Senhora. A notícia das aparições já se espalhara pelo mundo. Em 1983 o Governo da Iugoslávia autorizou peregrinações e multidões começam a afluir para Medjugorje. Também em 1983 e 1984 duas universidades da Itália e da França fazem uma profunda investigação científica médico-teológica sob a direção do Dr Henry Joieux (França), Dr Luigi Frigério (Itália) e do grande teólogo, especialista em aparições marianas, René Laurentin.sobre os videntes e as aparições. As comissões cientificas declaram a idoneidade dos videntes, a sua perfeita sanidade mental e a identificação positiva daqueles fenômenos, sob a ótica da teologia, com aquilo que a teologia mística conhece a respeito do assunto. Apesar disso, o bispo da Diocese de Mostar, Dom Pavao Zanic, a qual pertence a paróquia de Medjugorje declara serem falsas as aparições. A Congregação para a Doutrina da Fé presidida pelo cardeal Joseph Ratzinger, futuro Papa Bento XVI, não acata esta opinião e transfere para a Conferência Episcopal da Iugoslávia a responsabilidade das investigações. Em março de 1984 Nossa Senhora começa a dar as mensagens todas as quintas feiras através da vidente Marija Pavlovic para a Paróquia de Medjugorje e conseqüentemente para o mundo . Em maio de 1985 Ivanka Ivankovic recebe o décimo segredo e deixa de ter as aparições diárias passando a tê-las em 25 de junho anualmente. Em 1986, Ivanka, com 19 anos de idade, casa-se com Rajko Elez. Em janeiro de 1987 Nossa Senhora passa a dar as mensagens através de Marija Pavlovic, não mais todas as quintas feiras, mas uma vez por mês nos dias 25 e estas permanecem até a atualidade. Em agosto deste mesmo ano iniciam-se as aparições mensais para Mirjana Soldo todos os dias 2 quando Nossa Senhora vem para rezar com ela pelos incrédulos que, segundo Nossa Senhora, são os responsáveis pelos males que acontecem no mundo. Nossa Senhora sempre se refere a estas pessoas como aqueles que ainda não conhecem o amor de Deus. Em 1989 pe Slavko Barbaric reune em torno de 100 jovens de 5 países diferentes que queriam aprofundar o entendimento e a vivência da mensagem de Medjugorje e realiza o primeiro Festival da Juventude com canções, orações e testemunhos. A partir desta data, todos os anos, acontece em Medjugorje o Festival da Juventude com número crescente de jovens de muitos países diferentes. Em 1989 ocorre a queda do comunismo levando à desintegração da União das Repúblics Socialistas Sovieticas (URSS).. Estremece-se a frágil unidade da Federação Iugoslávia mantida desde o final da Segunda Guerra pela liderança do general Tito, que morrera em 1980, e pelo domínio imperialista da União Soviética. Em setembro de 1989 Mirjana Dragicevic, com 24 anos, casa-se com Marko Soldo. Em abril de 1991 a Comissão Teológica definida pela Igreja como responsável por Medjugorje aceitou oficialmente Medjugorje como um lugar de oração e de adoração. E deu a autorização para peregrinações particulares. Dez anos exatamente após o início das aparições, em 25 de junho de 1991, a Croácia e a Eslovênia declaram a sua independência da Iugoslávia iniciando o processo de desintegração daquele país. E em 1992 inicia-se a guerra da Bósnia que segue até 1995 causando a morte de mais de 200 mil pessoas e a dissolução definitiva da Federação da Iugoslávia com a formação de seis novos países entre eles a Bósnia-Herzegovina onde fica Medjugorje. Medjugorje não é diretamente atingida pela guerra, mas permanece como um oásis de paz em meio ao conflito. Jakov, com 22 anos, Casou-se no Domingo de Páscoa de 1993 na Igreja de São Tiago em Medjugorje com Anna Lisa Barozzi uma jovem italiana Em setembro de 1993 Marija Pavlovic, com 28 anos, casa-se com Paulo Lunetti Em 1994, com 29 anos, Ivan Dragicevic casou-se com a jovem americana Laureen Murphy. Em agosto de 1996 Doutor Navarro Valls, o Porta-Voz da Santa Sé, apresentou de forma explicita a posição de Roma: “Não se pode proibir as pessoas de irem lá a menos que se prove serem falsas as aparições. Isto não aconteceu até o momento; então ninguém pode dizer para as pessoas não irem lá se elas assim o desejarem. Quando os fiéis católicos vão a algum lugar eles têm direito aos cuidados espirituais. Assim, a Igreja não proíbe que sacerdotes acompanhem peregrinações a Medjugorje na Bósnia-Herzegovina” . No dia 11 de setembro de 1998 Nossa Senhora comunica a Jakov Colo que no dia seguinte a ele seria revelado o décimo segredo .Jakov estava em viagem aos Estados Unidos da América. No dia seguinte, Nossa Senhora lhe aparece, revela o décimo segredo e comunica que a partir daquele dia ela lhe apareceria uma vez por ano pelo Natal e não mais diariamente. Exatamente três anos depois da última aparição regular a Jakov, nos Estados Unidos, acontecem os atentados às torres gêmeas e ao Pentágono em 11 de setembro de 2001. Entre abril e dezembro de 1998 dois novos estudos científicos psicofisiológicos e psicodiagnósticos foram realizados nos videntes a pedido das autoridades eclesiásticas responsáveis imediatas pela paróquia de São Tiago (Medjugorje). O objetivo era de comparar os fenômenos em 1998 com aqueles encontrados nos estudos franceses e italianos anteriores de 1983-1984. Participaram destes estudos o Instituto de Ciências de Fenômenos Páranormais - (Innsbruck -Áustria), o Centro de Estudos e Investigações Psicofisiológicas dos Estados de Consciência (Milão - Itália), a Escola Européia de Psicoterapia e Hipnose (Milão- Itália) e o Centro de Parapsicologia (Bolonha - Itália). Destes estudos se declarou que durante os últimos 17 anos (os exames foram realizados em 1998) a contar do início de suas experiências relacionadas com as aparições estas pessoas não manifestaram nem manifestam nenhum sintoma patológico como perturbações de transe, perturbações dissociativas e perturbações de perda do sentido da realidade. Que, de fato, estas pessoas manifestaram sintomas vinculados a reações de stress que são justificados, pois surgem devido a uma grande estimulação exógena e endógena como conseqüência de sua vida cotidiana. De suas conversas pessoais se descobre que o estado inicial de consciência e o estado posteriormente transformado surge devido às experiências incomuns que eles mesmos têm reconhecido e definido como visões/aparições da Virgem Maria. Em novembro do ano 2000 morre padre Slavko Barbaric que estava em Medjugorje desde 1982 e que foi diretor espiritual dos videntes. Pe Slavko, que falava cinco linguas, esteve no Brasil em janeiro do ano de 1989. Ele morreu no monte Krizevac. numa sexta-feira após a realização da Via-sacra com os peregrinos. Numa aparição do dia seguinte Nossa Senhora revela que ele está junto com ela no Céu intercedendo por todos. Em janeiro de 2002, com 37 anos, Vicka casa-se com Mario Mijatovick na Igreja de Medjugorje. Em 2005 foram realizados novos exames neurológicos que revelaram que durante as aparições, estando os videntes com os olhos abertos, seus cérebros mantêm-se em ritmo alfa, isto é, em profundo relaxamento. A Festa dos 25 anos, em 2006, atraiu a Medjugorje em torno de duzentas mil pessoas vindas de 47 países . O 18º Festival da Juventude, em agosto de 2007, novamente atraiu milhares de jovens à Medjugorje Em 2008, Dom Dominique Mamberti, o Secretário da Santa Sé para as Relações com os Estados (Ministro de Relações Exteriores) esteve em visita oficial à Bósnia-Herzegovina de 26 a 29 de abril . Num encontro de uma hora, Dom Mamberti transmitiu as saudações do Papa Bento XVI a todos os franciscanos daquela Provincia e reafirmou a inestimável importância do papel dos religiosos na Igreja local e em todo o mundo. Medjugorje hoje ![]() Os videntes estão todos casados e com filhos e os três que não receberam os dez segredos, mas apenas nove, continuam tendo aparições diariamente. Todos eles de forma muito consciente continuam dedicando suas vidas à missão a eles confiada pela Rainha da Paz. Vicka - Nasceu em 3.9.64, casada com Mario Mijatovic tem dois filhos Maria e Antônio.Vive em Krehin Grac, próximo a Medjugorje e continua atendendo aos peregrinos. Nossa Senhora lhe aparece diariamente. Marija - Filha de modestos agricultores, nasceu em 1.4.65. Casada com Paolo Lunetti com quem têm quatro filhos: Michele Maria, Francesco Maria, Marco Maria e Giovanni Maria. Vive com a família na Itália na cidade de Monza e vem com freqüência à Medjugorje. Desde 1984, por meio dela, a Virgem Maria dá uma mensagem para a Paróquia de Medjugorje que é rapidamente distribuída pelo mundo inteiro em dezenas de línguas. Inicialmente a mensagem era semanal, e a partir de 1987 passou a ser mensal em todos os dias 25. Nossa Senhora lhe aparece diariamente. Ivan - Nasceu em 25.5.65, casado com Laureen Murphy. Eles tem 3 filhos: Cristina Maria , Mihayla e Daniel. Moram a maior parte do ano nos Estados Unidos e outra parte em Medjugorje. Além disso, nos últimos 10 anos Ivan tem viajado pelo mundo levando a mensagem de Nossa Senhora para o maior número de pessoas. Em Hong Kong (China), Japão, Coréia, Austrália, Filipinas, Nova Zelândia, por toda a Europa e pelos Estados Unidos ele tem se encontrado com presidentes, familiais reais, embaixadores, políticos, personalidades do esporte, do cinema e também com as pessoas mais pobres que não podem ir à Medjugorje.Ivan vai aonde é convidado (veja matéria no Boletim nº 2 - Fevereiro de 2008). Ele também realiza encontros de oração em sua casa onde recebe e acolhe os participantes.Nossa Senhora lhe aparece diariamente. Ivan certa vez revelou que "Há um motivo para eu estar vivendo nos Estados Unidos e para Marija estar vivendo na Itália" Os outros três videntes que já receberam os dez segredos são: Mirjana - Nasceu em 18.3.65. Está casada com Marko Soldo desde 16 de setembro de 1989 e tem duas filhas: Maria e Verônica. Vive com sua família em Medjugorje. Tem aparições anuais desde 1983 em 18 de março e aparições mensais a cada dia 02 desde 1987 quando juntamente com Nossa Senhora elas rezam pelos incrédulos, isto é, por aqueles que ainda não conhecem o amor de Deus. Ivanka - Nasceu em 21.6.66. Está casada com Rajko Elez desde 1986 e têm três filhos: Cristina, José e Ivan. Vive com a família em Medjugorje. é a que menos aparece em público. Ela diz simplesmente que ‘nós devemos rezar mais e vivermos as mensagens de Medjugorje’. Tem aparições anuais de Nossa Senhora erm 25 de junho. Jakov - Nasceu em 6.3.71 , casado com Anna Lisa Barozzi. O casal tem três filhos: Arianna Maria, David e Miriam. Vive com a família em Medjugorje e se dedica a atender aos peregrinos.Recebeu o décimo segredo em 12 de setembro de 1998 e tem aparições anuais de Nossa Senhora em 25 de dezembro. ![]() Mirjana e Jakov já receberam os dez segredos Medjugorje se consolida cada vez mais como um grande Santuário Mariano com número crescente de peregrinos que desde o começo até hoje ultrapassam os 30 milhões. Mensalmente milhares de pessoas se reunem para a aparição do dia 02 à Mirjana. E milhões acompanham as mensagens do dia 25 à Marija Pavlovic Lunetti. O Festival da Juventude atrai milhares de peregrinos a Medjugorje. A ciência já fez os estudos mais importantes. A internet se tornou uma fonte importante de rápida divulgação. Milhares de Grupos de Oração seguem as mensagens de Medjugorje, Comunidades religiosas têm sido formadas para seguirem de forma mais radical às orientações de Nossa Senhora. A Igreja acompanha de forma tranqüila e atenta o desenrolar dos acontecimentos. O que ainda está para acontecer ![]() Neste local Nossa Senhora apareceu pela primeira vez e aqui se realizará o terceiro segredo - o sinal visível Para o futuro o que aparentemente todos esperam com mais expectativa é a realização dos 10 segredos. Porém, para aqueles que têm fé, na verdade, não deve ser assim.Para os que tem fé a maior preocupação deverá sempre ser a de procurar viverem bem o dia de hoje diante de Deus. A vidente Marija quando perguntada se não se preocupava, se não tinha temor devido aos segredos ela respondeu que "quem confia em Deus não tem o que temer, e que se ela tivesse medo não teria se casado e nao teria tido quatro filhos". Porém, é fato que os segredos aparecem como uma profecia para um futuro muito próximo e, embora não saibamos as datas, elas podem ser parcialmente presumidas por estarem vinculadas ao tempo de vida dos protagonistas destas aparições. Baseando-nos no que já sabemos o padre Pedro tem 62 anos e é ele que, tendo sido escolhido por Mirjana e aprovado por Nossa Senhora vai revelar os segredos. Jakov o vidente mais jovem tinha 10 anos quando as aparições começaram e agora está com 37. Ivanka que tinha 16 agora tem 42. Se somarmos um tempo igual aquele que já passou encontraremos Jakov com 64 anos e Ivanka com 69. E o padre Pedro...62 + 27 = 89. Podemos, assim, pensar razoavelmente que se considerarmos o tempo total destas aparições que já passamos da metade do tempo. Como já revelamos anteriormente a guerra da Croácia, começou em 25 de junho de 1991, exatamente 10 anos após o inicio das aparições em 25 de junho de 1981. Jakov teve a sua última aparição diária regular em 11 de setembro de 1998, exatamente 3 anos antes dos atentados de 11 de setembro de 2001 e ele estava nos Estados Unidos da América. Isso nos faz supor que as datas das últimas aparições aos videntes, ou mesmo as datas das aparições, têm associadas a si há possibilidade de algum evento futuro. Mirjana mesmo já disse: "As pessoas pensam que Nossa Senhora vem a mim em 18 de março por ser a data do meu aniversário. Com certeza ela não vem naquela data por ser o meu aniversário. Ela nunca me disse “feliz aniversário” Quando tudo começar a acontecer vocês saberão porque o dia 18 de março, porque cada dia 2 do mês e porque quartas e sextas-feiras são dias de jejum. Então tudo ficará claro”. Antes da revelação dos segredos faltam ainda três videntes receberem o décimo segredo. Mirjana recebeu o décimo segredo apenas 18 meses após o inicio das aparições no dia de Natal de 1982. Quatro anos após o inicio, em 1985, foi a vez de Ivanka receber o décimo segredo. Jakov foi receber o décimo segredo 17 anos após a primeira aparição. Agora já são quase 10 anos sem que a nenhum dos videntes o décimo segredo seja revelado. Os que ainda não receberam são: Ivan que mora nos Estados Unidos, Marija que mora na Itália e Vicka que mora em Medjugorje. A declaração de Ivan de que há uma razão especial porque ele mora nos Estados Unidos e que Marija mora na Itália por um motivo especial pode ser presumida por algumas razões. Marija, em uma entrevista, foi referida como tendo um especial amor e preocupação pelo Santo Padre e este seria um motivo razoável para ela morar na Itália. Significaria um sinal de maior proximidade de Nossa Senhora ao Papa. Os Estados Unidos, a maior potência bélica mundial também pode ser motivo de preocupação. Ou o fato de estar morando nos Estados Unidos associa uma maior visibilidade ao vidente Ivan que viaja por diversos países do mundo levando a mensagem de Nossa Senhora de Medjugorje para personalidades importantes da História das mais diversas áreas de atuação humana. Ainda aguardamos que Vicka, autorizada por Nossa Senhora, libere para que seja publicada e se torne conhecida a história da vida da Virgem Maria que a própria Mãe do Senhor narrou à vidente.Na entrevista ao padre Livio, Vicka revelou que um dos videntes continuará tendo aparições diárias duranjte a revelação dos segredos. Muitas pessoas ficam numa posição de rejeição às aparições declarando que "a Igreja ainda não aprovou..." A Igreja tem se manifestado a respeito de Medjugorje, pois não é apenas pelas declarações que ela se manifesta, mas também uma não proibição depois de 27 anos não deixa de ser um testemunho a favor. A presença de bispos, milhares de sacerdotes, milhões de leigos, a aprovação particular de João Paulo II, as tomadas de posição de Bento XVI favoráveis à Medjugorje quando bispos locais se mostravam dispostos a reprimir os fatos , a recente visita de Dom Dominique Mamberti, o Secretário da Santa Sé para as Relações com os Estados (leia sobre este fato na página 'Notícias' deste Boletim de junho) O relacionamento fraterno com os franciscanos da Bósnia-Herzegovina...em tudo isto a Igreja está falando. Depois, a menos que no caso particular de Medjugorje a Igreja mude a sua prática habitual de esperar o final dos acontecimentos para se declarar, ninguém vai nunca chegar a ouvir uma declaração oficial, pois, as aparições sendo verdadeiras evoluirão com a revelação dos segredos e não terão terminado antes que todos sejam revelados e sabemos que alguns dos segredos são acontecimentos catastróficos. Além disso, Nossa Senhora disse que 'ninguém deverá ficar esperando pelos segredos para crer, pois, então, já poderá ser muito tarde". Se a Igreja fosse contra por que não proibiria ao padre Pedro Ljubicic de fazer declarações públicas tão sérias como são as declarações sobre os segredos e a revelação dos mesmos? Na primeira declaração oficial da Comissão Científico-Teológica Ítalo-Francesa que estudou os videntes de Medjugorje em 1984-1985, a Comissão tendo já antes reconhecido a idoneidade dos videntes e a natureza sobrenatural dos fenomenos (já que não pode ser explicado pela ciência) sugeriu que seria bom que a Igreja reconhecesse a natureza extraordinária dos mesmos. Foi feita a seguinte declaração oficial pela Comissão no item onze : Como conseqüência se pode concluir que depois de um exame mais profundo dos protagonistas dos fatos e de seus efeitos não somente em nível local, mas também a respeito de uma resposta da Igreja a nível geral seria bom para a Igreja reconhecer a origem sobrenatural e por meio deste reconhecimento confirmar o propósito dos eventos de Medjugorje: Para além de tudo isso, o final das aparições conforme revelou Nossa Senhora é que o poder do inimigo será destruído e que Deus triunfará. Não sabemos se vamos viver até lá aqui nesta Terra ... por isso, devemos estar preparados para nos encontrarmos com Deus ainda hoje... Você está preparado? A participação na Santa Missa, se possível, diariamente, a confissão mensal, a leitura diária da Bíblia para praticá-la e do Evangelho de São Mateus 6, 24 a 34 às quintas-feiras, a reza diária do rosário e o jejum a pão e água são as melhores formas de preparação. |
TODAS AS APARIÇÕES DE LOURDES
1ª aparição – quinta-feira, 11 de fevereiro 1858
“A primeira vez que fui à gruta, era quinta-feira, 11 de fevereiro. Fui para recolher galhos secos com outras duas jovens. Quando estávamos no moinho, eu lhes perguntei se queriam ver onde a água do canal se encontrava com o Gave. Elas me responderam que sim. De lá, seguimos o canal e nos encontramos diante de uma gruta, não podendo mais prosseguir.
“Minhas duas companheiras se colocaram em condição de atravessar a água que estava diante da gruta. Elas a atravessaram e começaram a chorar. Perguntei-lhes por que choravam, e disseram-me que a água estava gelada. Pedi que me ajudassem a jogar pedras na água, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas disseram-me que devia fazer como elas, se quisesse. Fui um pouco mais longe, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas não poderia”.
Esta preocupação se explica porque Bernadette sofria de asma, e a mãe não queria que tomasse friagem. Nessa ocasião ela catava galhos secos para aquecer a mísera habitação onde sua família arruinada era constrangida a viver. Prossegue o relato:
“Então, regressei diante da gruta e comecei a tirar os sapatos. Tinha acabado de tirar a primeira meia, quando ouvi um barulho como se fosse uma ventania. Então girei a cabeça para o lado do gramado, do lado oposto da gruta. Vi que as árvores não se moviam, então continuei a tirar meus sapatos.
“Eu pensava ser vítima de uma ilusão. Esfreguei os olhos, porém olhei de novo e vi sempre a mesma Dama. Coloquei a mão no bolso, para pegar o meu terço. Queria fazer o sinal da cruz, mas em vão. Não pude levar a mão até a testa, a mão caía. Então o medo tomou conta de mim, era mais forte que eu. Todavia, não fugi. A Dama tomou o terço que segurava entre as mãos e fez o sinal da cruz. Minha mão tremia, porém tentei uma segunda vez, e consegui. Assim que fiz o sinal da cruz, desapareceu o grande medo que sentia, e fiquei tranqüila.
“Coloquei-me de joelhos. Rezei o terço, tendo sempre ante meus olhos aquela bela Dama. A visão fazia escorrer o terço, mas não movia os lábios. Quando acabei o meu terço, com o dedo Ela fez-me sinal para me aproximar, mas não ousei. Fiquei sempre no mesmo lugar. Então desapareceu imprevistamente.
“Comecei a tirar a outra meia para atravessar aquele pouco de água que se encontrava diante da gruta, para alcançar as minhas companheiras e regressarmos. No caminho de volta, perguntei às minhas companheiras se não haviam visto algo.
“– Não.
“Perguntei-lhes mais uma vez, e disseram-me que não tinham visto nada. Eu lhes roguei que não falassem nada a ninguém. Então elas me interrogaram:
“– E tu viste algo?
“Eu lhes disse que não.
“– Se não viste nada, eu também não.
“Pensava que tinha me enganado. Mas retornando a casa, na estrada me perguntavam o que tinha visto. Voltavam sempre àquele assunto. Eu não queria lhes dizer, mas insistiram tanto, que decidi dizê-lo, mas na condição de que não contassem para ninguém. Prometeram-me que manteriam o segredo.
Mas assim que chegaram às suas casas, a primeira coisa que contaram foi que eu tinha visto uma Dama vestida de branco. Esta foi a primeira vez”.
2ª aparição – domingo, 14 de fevereiro 1858
“Fui à paróquia, pegar uma garrafinha de água benta para jogá-la na visão quando estivesse na gruta, se a visse. E saímos para a gruta. Ao chegarmos lá, cada uma tomou o seu terço e nos ajoelhamos para rezá-lo. Apenas tinha acabado de rezar a primeira dezena, quando vi a mesma Dama” (Somente Santa Bernadette via e ouvia Nossa Senhora).
“Então comecei a jogar água benta nela, dizendo que, se vinha da parte de Deus, que permanecesse; se não, que fosse embora; e me apressava sempre a jogar-lhe água. Ela começou a sorrir, a inclinar-se. Mais água eu jogava, mais sorria e girava a cabeça, e mais a via fazer aqueles gestos. Eu então, tomada pelo temor, me apressava a aspergi-la mais, e assim o fiz até que a garrafa ficou vazia. Quando terminei de rezar meu terço, Ela desapareceu e não me disse nada. Nós nos retiramos para assistir às vésperas”.
3ª Aparição – quinta-feira, 18 de fevereiro 1858
“Fui ali com algumas pessoas importantes, que me aconselharam a pegar papel e tinta e lhe pedisse que, se tinha algo a me dizer, que tivesse a bondade de colocá-lo por escrito.
“Tendo chegado lá, comecei a recitar o terço. Após ter rezado a primeira dezena, vi a mesma Dama. Transmiti esse pedido à Senhora.
Ela se pôs a sorrir, e me disse que aquilo que tinha para me dizer, não era necessário escrevê-lo.
“Mas perguntou-me se eu queria ter a graça de voltar ali durante quinze dias. Eu lhe respondi que sim”.
Segundo Santa Bernadette, Nossa Senhora aparecia tal qual é representada na Medalha Milagrosa, mas sem os raios que saem das mãos.
4ª aparição – sexta-feira, 19 de fevereiro 1858
Santa Bernadette não escreveu pessoalmente o relato da quinzena de aparições que começou nesse dia. Redigiu apenas uma relação geral dos ditos e pedidos mais importantes de Nossa Senhora. Por isso, a partir deste ponto, a narração é uma composição de palavras da vidente e fatos testemunhados pelos presentes.
A 4ª aparição foi silenciosa. Bernadette “saudava com as mãos e a cabeça. Dava gosto vê-la. Era como se na vida toda não tivesse feito outra coisa que não fosse aprender a fazer esses cumprimentos”, testemunhou Josèphe Barinque, uma vizinha.
Bernadette tinha um círio bento acesso. Este gesto, copiado em seguida pelos que assistiam às aparições, inspirou o costume atual de levar velas e acendê-las diante da gruta. Nesta quinzena, Nossa Senhora foi ensinando a forma de devoção que Ela queria que se praticasse em Lourdes.
5ª aparição – sábado, 20 de fevereiro 1858
Bernadette chegou a Massabielle por volta das 6:30h. Desta vez, havia cerca de 30 testemunhas. Teve um êxtase de 40 minutos.
Voltando para casa com sua mãe, confiou-lhe que a Senhora “teve a bondade de ensinar-lhe, palavra por palavra, uma oração somente para ela”. Ela a rezou todos os dias de sua vida, sem nunca revelá-la.
6ª aparição – domingo, 21 de fevereiro 1858
A privilegiada vidente escreveu: “Esta rainha misericordiosa me disse também para rezar pela conversão dos pecadores. Ela me repetiu várias vezes essas mesmas palavras”.
Santa Bernadette escreveu mais de uma vez: Nossa Senhora “disse-me também que não me prometia tornar-me feliz neste mundo, mas no outro”.
À tarde, o delegado de polícia Dominique Jacomet submeteu a vidente a um grosseiro e ameaçador interrogatório, exigindo-lhe que se retratasse, sob pena de prisão.
Bernadette não se intimidou e respondeu com segurança, desmontando suas ciladas.
No fim do interrogatório, o policial a proibiu de voltar à gruta.
O pai da vidente cedeu à pressão, e também proibiu.
Segunda-feira – 22 de fevereiro 1858: não há aparição
Nesse dia, soldados foram postos para vigiar os movimentos da vidente, prontos a prendê-la caso regressasse à Gruta de Massabielle.
O apelo interior foi contudo mais forte, e à tarde ela ali acorreu. Esta sua decisão foi confirmada em confessionário pelo Pe. Pomian. Mas Nossa Senhora não apareceu, e Bernadette parecia desfeita: “Não sei no que eu faltei a esta Dama”.
Porém, no fim do dia a cidade estava em alvoroço e o prefeito achou melhor suspender a proibição.
8ª aparição – quarta-feira, 24 de fevereiro 1858
O delegado Jacomet (foto) hostilizou a multidão: “Como é possível que em pleno século XIX haja ainda tantos idiotas!” –– exclamou.Os fiéis responderam com cânticos marianos.
Contou Jean-Baptiste Estrade, cobrador de impostos em Lourdes, que pouco tempo depois de ter entrado em êxtase, como alguém que recebe uma má notícia, Bernadette deixou cair os braços, e abundantes lágrimas começaram a correr pela sua face.
Com a voz marcada pelos soluços, referiu à multidão o pedido de Nossa Senhora:
“Penitência, penitência, penitência!”; e “rezai a Deus pela conversão dos pecadores”; além da recomendação de “beijar a terra em penitência pelos pecadores”.
“Penitência, penitência, penitência” –– lembremos que em Fátima, em 1917, Nossa Senhora faria ainda um derradeiro apelo, em termos ainda mais cogentes e dramáticos.
9ª aparição – quinta-feira, 25 de fevereiro 1858
Eis o que narrou a santa: “A Senhora me disse que eu deveria beber da fonte e lavar-me nela. Mas, como não a via, fui beber no Gave. Ela me disse que não era ali, e me fez um sinal com o dedo para ir à gruta, mostrando-me a fonte. Eu fui, mas só vi um pouco de água suja. Parecia lama, e em tão pequena quantidade, que com dificuldade pude colher um pouco no côncavo da mão. Eu me pus a arranhar a terra, até poder colhê-la, mas três vezes a joguei fora. Foi só na quarta vez que pude bebê-la, de tal maneira estava suja”.
Nossa Senhora ordenou também a Bernadette comer grama da gruta. “Ela me disse para comer da erva que se encontra no mesmo local onde eu fui beber. Foi só uma vez, ignoro por quê”.
Uma vez interrogada, ela respondeu: “A Senhora me levou a fazê-lo, com um movimento interior”.
Nossa Senhora pediu-lhe que se lavasse com aquela água: “Ide a beber da fonte, e lavai-vos ali”. Seu rosto ficou então sujo. A multidão não compreendia o que se passava, e começou a achar que a vidente estava louca.
A cena, uma das mais transcendentais na história de Lourdes, num primeiro momento desiludiu a todos.
26 de fevereiro 1858 – nova proibição
Aproveitando a momentânea confusão, as autoridades baixaram um novo interdito de voltar à gruta. A cena do dia 22 se repetiu: havia 600 pessoas, mas Nossa Senhora não apareceu.
10ª aparição – sábado, 27 de fevereiro 1858
Por 15 minutos, Bernadette caminhou de joelhos e beijou o chão várias vezes.
Em seguida comandou a multidão por duas vezes, com gestos, para que repetisse aquele ato de penitência.
Só na segunda vez os presentes obedeceram.
A partir daquele dia, o chão e a pedra sagrada de Massabielle são cobertos de beijos de pessoas de todo o mundo.
Caía uma chuva fina e constante, e fazia um frio terrível, enquanto cerca de 1200 pessoas se encontravam na Gruta desde o amanhecer.
Bernadette chegou às 7h.
Pôs-se de joelhos, rezou o terço e beijou a terra, enquanto um potente sopro pareceu passar sobre os presentes.
Todos ou quase todos os espectadores se ajoelharam, rezaram e beijaram o chão com Bernadette.
12ª aparição – segunda-feira, 1º de março 1858
Desta vez, o pai de Santa Bernadette acompanhou a filha à Gruta. Desde cedo, havia ali por volta de 1500 pessoas.
A pedido, a vidente tinha levado o terço de uma outra pessoa, mas na hora de rezá-lo a Dama lhe perguntou: “Onde está o teu terço?”. Bernadette tirou-o então do bolso. Sorrindo, a Virgem lhe disse: “Usai-o”.
Entre os assistentes, por primeira e única vez esteve um sacerdote.
Foi o Pe. Antoine Dezirat, que ignorava a interdição ao clero de comparecer ao local.
Ele escreveu: “Só Bernadette viu a aparição, mas todo o mundo tinha como que o sentimento de sua presença. [...] Respeito, silêncio, recolhimento, reinavam por todo lado. [...] Oh! como estava bom. Eu acreditava estar no vestíbulo do Paraíso!”.
Na noite daquele dia aconteceu o primeiro milagre. Catherine Latapie, grávida de nove meses, tinha paralisados dois dedos da mão direita. O mal lhe impedia atender às necessidades do lar e dos filhos. Ela imergiu a mão na água e sentiu um grande bem-estar, com os dedos movimentando-se naturalmente!
13ª aparição – terça-feira, 2 de março 1858
“Ela me disse que eu devia dizer aos padres para construir uma capela aqui”.
E contou como cumpriu essa missão: “Fui procurar o senhor pároco, para lhe dizer que uma Dama me tinha ordenado de ir dizer aos padres para construir ali uma capela. Ele me olhou um momento, e logo me perguntou num tom incomodado quem era essa Dama. Eu lhe respondi que não sabia. Então ele me encarregou de perguntar a ela o nome, e de voltar para lhe contar”.
“A Dama disse: ‘Devem vir aqui em procissão’” –– contou a vidente ao pároco, Pe. Dominique Peyramale. Para o sacerdote, isso foi demais.
14ª aparição – quarta-feira, 3 de março 1858
No mesmo dia, após a aula, sentiu um convite interior de Nossa Senhora. Retornou à gruta, e desta vez A viu.
Bernadette cumpriu a ordem do pároco: “Eu lhe perguntei seu nome, por parte do senhor pároco. Mas ela não fazia outra coisa senão sorrir. Voltando, fui à casa do senhor pároco para dizer-lhe que tinha cumprido a missão, mas que não tinha recebido outra resposta senão um sorriso. Então ele me disse que ela zombava de mim, e que eu faria bem de nunca mais voltar. Mas eu não podia me impedir de ir”.
Fechando a questão, o Pe. Peyramale orientou: “Se a Senhora deseja realmente uma capela, que diga seu nome e faça florescer a roseira da Gruta”.
Noutra época, quando Santa Catarina Labouré soube, em Paris, das aparições de Nossa Senhora em Lourdes, exclamou: “É a mesma!”.
A santa lamentou várias vezes que não se tivesse construído na rue du Bac o santuário dedicado à Medalha Milagrosa, pedido pela Mãe de Deus: “Se os superiores tivessem querido, a Santa Virgem teria escolhido nossa capela” para operar os milagres de Lourdes, disse em outra ocasião.
Para Santa Catarina, Nossa Senhora escolheu Lourdes para suprir a falta de interesse das autoridades religiosas de Paris.
15ª aparição – quinta-feira, 4 março 1858
O delegado de polícia revistou a gruta e as proximidades, à procura de alguma espécie de fogo de artifício que servisse para simular uma aparição, mas nada encontrou.
Bernadette era amparada por um grupo de guardas que continha a multidão.
O êxtase durou quase uma hora, sem que acontecesse algo extraordinário.
Ela disse: “Oh, sim, Ela vai voltar. Mas agora já não é mais necessário que eu vá à gruta. Quando ela voltar, então será necessário que eu retorne à gruta. Ela far-me-á saber”.
16ª aparição – quinta-feira, 25 de março 1858
Os milagres continuavam se multiplicando, e ao mesmo tempo iam se arrefecendo as resistências do pároco. Durante 20 dias, Bernadette não voltou à gruta. Sentiu o chamado de Nossa Senhora nas primeiras horas da festa da Anunciação. Então foi à gruta.
“Depois dos quinze dias, eu lhe perguntei de novo seu nome, três vezes seguidas. Ela sorria sempre. Por fim ousei uma quarta vez, e foi então que ela, com os dois braços ao longo do corpo [como na Medalha Milagrosa], levantou os olhos ao Céu e depois me disse, juntando as mãos na altura do peito, que ela era a Imaculada Conceição”.
“Então eu voltei de novo à casa do senhor pároco, para lhe contar que ela me tinha dito que era a Imaculada Conceição. Ele me perguntou se eu estava bem segura. Respondi que sim, e que para não esquecer essa palavra eu a tinha repetido durante todo o caminho”.
Santa Bernadette não sabia o significado de “Imaculada Conceição”, cujo dogma o Bem-Aventurado Papa Pio IX proclamara poucos anos antes, deixando prostrados os partidários da Revolução e empolgando os devotos de Nossa Senhora no mundo inteiro!
O pároco custou a conter as lágrimas. “Ela quer mesmo a capela”, murmurou Santa Bernadette. A partir desse momento, o sacerdote mudou de atitude.
17ª aparição – quarta-feira, 7 de abril 1858
A Virgem chamou-a já durante a noite de 6 de abril. Tendo-se espalhado que a vidente iria à Gruta, 1200 pessoas já a aguardavam quando ela chegou por volta das 6h.
O êxtase durou 45 minutos. O Dr. Dozous e outros constataram durante 15 minutos o “milagre do círio”:
Bernadette juntou as mãos sobre o fogo de um círio, como para protegê-lo do vento.
A chama encostava na pele das mãos e saía entre seus dedos. “Está se queimando”, bradou alguém. Mas a vidente prosseguia, insensível.
O médico verificou depois que ela não tinha sofrido qualquer queimadura.
8ª e última aparição — quinta-feira, 16 de julho 1858
O chamado de Nossa Senhora surpreendeu Bernadette ao anoitecer, quando ela se encontrava em oração na igreja paroquial.

A Gruta tinha sido fechada com tapumes, por ordem das autoridades hostis à aparição.
Bernadette foi então com sua tia Lucile e algumas amigas para o outro lado do rio Gave, diante da Gruta. Todas se ajoelharam e rezaram.
Após alguns instantes, as mãos de Bernadette afastaram-se em sinal de maravilhada surpresa, como por ocasião da quinzena de aparições. Terminado o êxtase, e voltando à casa, ela confidenciou: “Eu não via os tapumes nem o Gave. Parecia-me estar na gruta, na mesma distância das outras vezes. Eu via somente a Virgem”.
Esta última aparição ocorreu na festa de Nossa Senhora do Monte Carmelo. Sintomaticamente, em 13 de outubro de 1917, depois do milagre do sol em Fátima, Nossa Senhora se mostrou revestida do hábito da Ordem do Carmo.
Foi a última despedida na Gruta. Santa Bernadette Soubirous somente voltaria a ver Nossa Senhora 21 anos depois, em Nevers, no dia 16 de abril de 1879, quando deixou esta terra de exílio para contemplá-la eternamente no Céu!
Na primeira aparição, Nossa Senhora, falando no idioma indígena, dirige-se a Juan Diego: “Meu filho, a quem amo ternamente, como a um filho pequenino e delicado, aonde vais?”
‒ “Vou, nobre Senhora minha, à cidade, ao bairro de Tlaltelolco, ouvir a santa missa que nos celebra o ministro de Deus e súdito seu”.
‒ “Fica sabendo, filho muito querido, que eu sou a sempre Virgem Maria, Mãe do verdadeiro Deus, e é meu desejo que me erijam um templo neste lugar, de onde, como Mãe piedosa tua e de teus semelhantes, mostrarei minha clemência amorosa e a compaixão que tenho dos naturais e daqueles que me amam e procuram; ouvirei seus rogos e súplicas, para dar-lhes consolo e alívio; e, para que se realize a minha vontade, hás de ir à cidade do México, dirigindo-te ao palácio do bispo que ali reside, ao qual dirás que eu te envio e que é vontade minha que me edifique um templo neste lugar; referirás quanto viste e ouviste; eu te agradecerei o que por mim fizeres a este respeito, te darei prestígio e te exaltarei”.
‒ “Já vou, nobilíssima Senhora minha, executar as tuas ordens, como humilde servo teu”.
Segunda aparição: Juan Diego volta do palácio do bispo, no mesmo dia, à tarde. A Santíssima Virgem o esperava.
‒ “Minha muito querida Rainha e altíssima Senhora, fiz o que me mandaste, e, ainda que não pudesse entrar a falar com o senhor bispo senão depois de muito tempo, comuniquei-lhe a tua mensagem, conforme me ordenaste; ouviu-me afavelmente e com atenção; mas, pelo seu modo e pelas perguntas que me fez, entendi que não me havia dado crédito; portanto, te peço que encarregues disso uma pessoa nobre e de importância, digna de respeito, e em quem se possa acreditar; perdoa, minha Rainha, o meu atrevimento, se me afastei do respeito devido à tua grandeza; que eu não tenha merecido tua indignação, nem te haja desagradado minha resposta”.
“A Santíssima Virgem insiste com Juan Diego. Este volta ao bispo e este exige um sinal da aparição. Volta o índio e Nossa Senhora manda que volte no dia seguinte, ao mesmo local, que Ela satisfaria o desejo do bispo; mas Juan Diego, precisando chamar o sacerdote para seu tio, que adoecera gravemente, e desvia-se do caminho combinado, certo que a Santíssima Virgem não o veria.
Mas eis que Nossa Senhora aparece-lhe noutro local. “Aonde vais, meu filho, e por que tomaste este caminho?”
Juan Diego: “Minha muito amada Senhora, Deus te guarde! Como amanheceste? Estás com saúde?... Não te agastes com o que te vou dizer: está enfermo um servo teu, meu tio, e eu vou depressa à igreja de Tlaltelolco, para trazer um sacerdote para confessá-lo e ungi-lo, e, depois de feita esta diligência, voltarei a este lugar, para obedecer à tua ordem. Perdoa-me, peço-te Senhora minha, e tem um pouco de paciência, que amanhã voltarei sem falta”.“Nossa Senhora ordenou-lhe colher flores para o bispo. Embora fosse um local ermo e pedregoso, num dia de inverno, S Juan Diego subiu fielmente ao morro e ali achou roseiras em plena formação. Ele as colheu na sua “tilma” ou “ayate” (espécie de poncho de fibra vegetal) e as levou para o bispo.
“Quando abriu a “tilma” as rosas caíram, e o bispo Zumárraga e todos os presentes ficaram atônitos. Do pasmo passaram para a emoção vendo que na humilde “tilma” estava impressa uma imagem da Santíssima Virgem, mestiça e de indescritível beleza. Então todos caíram de joelhos...”
O milagre de Guadalupe: a ciência não encontra explicações
O Dr. Adolfo Orozco (foto), investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autonômica do México, assinalou que o extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”.Orozco, que também é especialista no manto da Virgem, falou em Phoenix, EUA, no 1º Congresso Internacional Mariano sobre a Virgem de Guadalupe, informou a agência ACI.
O especialista disse que “todos os tecidos similares a do manto que foram colocadas em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos”.
Em 1789 fora pintada uma cópia a imagem de Guadalupe. “Essa imagem foi feita com as melhores técnicas de seu tempo, era formosa e estava feita com um tecido bastante similar a do manto original. Além disso, também estava protegida com um vidro desde que foi exposta”, indicou.
Entretanto, “oito anos depois, essa cópia teve que ser desprezada porque estava perdendo as cores e as fibras se estavam rompendo.Em contraste – acrescentou Orozco – o manto original vem sendo exposto há116 anos sem nenhum tipo de amparo, recebendo todos os raios infravermelhos e ultravioletas de dezenas de milhares de velas que estavam perto dela”.
Uma das características mais interessantes do manto, prosseguiu, "é que a parte de trás do tecido é rugoso e pouco liso; enquanto que a parte de adiante (onde está a imagem de Guadalupe) é 'tão suave como a seda' como assinalavam os pintores e cientistas em 1666; e confirmou quase cem anos depois, em 1751, o pintor mexicano Miguel Cabrera”.
O manto de São Juan Diego é feito de fibras de agave (da mesma família botânica que produz o sisal e a iúca, foto embaixo).
O Dr. Orozco relatou mais dois fatos sem explicação científica ligados à conservação da imagem.
O primeiro ocorreu em 1785 quando um trabalhador acidentalmente derramou um líquido que continha um 50% de ácido nítrico na parte direita do tecido.
“Está fora do entendimento natural o fato que o ácido não tenha destruído a malha; e que ademais não danificasse as partes coloridas da imagem”, precisou.
O segundo relaciona-se com a explosão de uma bomba perto do manto em 1921. A bomba explodiu a 150 metros da imagem e destruiu todos os vidros nesse raio.Agave: de uma pé semelhante foi tirada a fibra do manto de São Juan Diego
Entretanto, explicou o perito, “nem o manto nem o vidro comum que a protege foram danificados ou quebrados”. O único afetado foi um Cristo de ferro que terminou dobrado.
“Não há explicação para o fato que as ondas expansivas que romperam os vidros a 150 metros ao seu redor não destruíram o que cobria a manto. Alguns dizem que o Filho, com o crucifixo que sim foi afetado, protegeu a imagem de Sua Mãe. O certo é que não temos uma explicação natural para essa ocorrência”, concluiu.
A Virgem de Guadalupe:desafio à ciência moderna

No dia 9 de dezembro de 1531, na cidade do México, Nossa Senhora apareceu ao nobre índio Quauhtlatoatzin — que havia sido batizado com o nome de Juan Diego — e pediu-lhe que dissesse ao bispo da cidade para construir uma igreja em sua honra.
Juan Diego transmitiu o pedido. O bispo exigiu alguma prova. Então Nossa Senhora fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo.
Este o fez no dia 12 de dezembro, acondicionando-as no seu manto. Ao abri-lo diante do bispo e de várias outras pessoas, verificaram admirados que a imagem de Nossa Senhora estava estampada no manto.
O interesse da ciência começou na hora de investigar como é possível que o manto de Juan Diego se tenha conservado até hoje. Esse tipo de manto, conhecido no México como tilma, é feito de tecido grosseiro, e deveria ter-se desfeito há muito tempo.
No século XVIII, pessoas piedosas decidiram fazer uma cópia da imagem, a mais fidedigna possível. Teceram uma tilma idêntica, com as mesmas fibras de maguey da original. Apesar de todo o cuidado, a tilma se desfez em quinze anos.
O manto de Guadalupe tem hoje 477 anos, portanto nada deveria restar dele.
Uma vez que o manto (ou tilma) existe, é possível estudá-lo a fim de definir, por exemplo, o método usado para se imprimir nele a imagem.
Em 1936, o bispo da cidade do México pediu ao Dr. Richard Kuhn que analisasse três fibras do manto, para descobrir qual o material utilizado na pintura.
Para surpresa de todos, o cientista constatou que as tintas não têm origem vegetal, nem mineral, nem animal, nem de algum dos elementos atômicos conhecidos.
“Erro do cientista” — poderia se objetar. Mas o Dr. Kuhn foi prêmio Nobel de Química em 1938. Além do mais, ele não era católico, mas de origem judia, o que exclui parti-pris religioso.
No dia 7 de maio de 1979 o prof. Phillip Serna Callahan, biofísico da Universidade da Flórida, junto com especialistas da NASA, analisou a imagem. Desejavam verificar se a imagem é uma fotografia.
Resultou que não é fotografia, pois não há impressão no tecido. Eles fizeram mais de 40 fotografias infravermelhas para verificar como é a pintura. E constataram que a imagem não está colada ao manto, mas se encontra 3 décimos de milímetro distante da tilma.
Verificaram também que, ao aproximar os olhos a menos de 10 cm da tilma, não se vê a imagem ou as cores dela, mas só as fibras do manto.

Talvez o que mais intriga os cientistas sobre o manto de Nossa Senhora de Guadalupe são os olhos dela. Com efeito, desde que em 1929 o fotógrafo Alfonso Marcué Gonzalez descobriu uma figura minúscula no olho direito, não cessam de aparecer as surpresas.Os olhos da imagem são muito pequenos, e as pupilas deles, naturalmente ainda menores. Nessa superfície de apenas 8 milímetros de diâmetro aparecem nada menos de 13 figuras!
José Aste Tonsmann, engenheiro de sistemas da Universidade de Cornell e especialista da IBM no processamento digital de imagens, dá três motivos pelos quais essas imagens não podem ser obra humana:
• Primeiro, porque elas não são visíveis para o olho humano, salvo a figura maior, de um espanhol. Ninguém poderia pintar silhuetas tão pequenas;
• Em segundo lugar, não se consegue averiguar quais materiais foram utilizados para formar as figuras. Toda a imagem da Virgem não está pintada, e ninguém sabe como foi estampada no manto de Juan Diego;
• Em terceiro lugar, as treze figuras se repetem nos dois olhos. E o tamanho de cada uma delas depende da distância do personagem em relação ao olho esquerdo ou direito da Virgem.
História de Nossa Senhora Achiropita! Como o título de Nossa Senhora Achiropita é tão diferente dos nomes conhecidos atribuídos à Mãe de Jesus Cristo, devemos explicar muitas vezes seu significado. Sempre o fazemos contando uma história bonita, que pertence a uma tradição do povo italiano, vindo da Calábria para o Brasil, no final do século XIX. Eis a história. No ano de 580, um certo capitão Maurício enfrentou uma grande tempestade no mar. Gritava por socorro a Nossa Senhora e prometeu que, se fosse salvo com sua tripulação, construiria um grande santuário em sua homenagem. Desviado pelos ventos, por milagre, conseguiu salvar-se, e numa aldeia encontrou o monge Éfrem que lhe disse: "Não foram os ventos que te trouxeram para este lugar. Foi Maria, para que lhe construas um santuário, quando fores eleito imperador". A profecia cumpriu-se e o santuário foi construído em Rossano Cálabro. Um grande artista iniciou a pintura da imagem de Maria. Ocorria, no entanto, que tudo o que pintava durante o dia desaparecia durante a noite. Foi assim colocado um vigilante para impedir a entrada de possíveis intrusos, que estavam "fazendo uma brincadeira". Numa certa noite, uma formosa mulher, com uma criança no colo, pediu para entrar e rezar. Após insistir, obteve a permissão. Que mal poderia fazer aquela gentil senhora? Passaram-se longos minutos e a mulher nunca saía da igreja. E eis que quando o vigilante entrou na igreja, viu a imagem da mulher e do menino estampada no lugar da pintura. Assim Maria Achiropita: a-kirós-pita (não pintada pôr mãos humanas). O vigilante saiu gritando pelas ruas: Nossa Senhora Achiropita! Nossa Senhora Achiropita |
Imagem Original de Nossa Senhora Achiropita











